terça-feira, 16 de junho de 2015

Trabalhos aprovados no 11o Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva Universidade Federal de Goiás - GOIÂNIA/GO 27 de julho a 01 de agosto de 2015

https://saudecoletiva1.websiteseguro.com/imagens/lg_saudecoletiva2015.png



A atuação da Musicoterapia na educação encontra-se em expansão na Universidade Federal de Goiás, principalmente nas atividades extensionistas do PROGRAMA EMAC-06.
Para socializar os resultados obtidos através das ações, foram submetidos e aprovados dois trabalhos desenvolvidos no ano de 2014, que serão apresentados em comunicações orais no evento da ABRASCO.
Socializamos aqui para ampliarmos nossas possibilidades de desenvolver ações musicoterapêuticas comunitárias e favorecer momentos saudáveis em diversos contextos e públicos.
Como ação diferencial, apresentamos também a atuação da Musicoterapia numa disciplina do Mestrado Profissional de Saúde Coletiva, ampliando a atuação na perspectiva da promoção da saúde e na prevenção de adoecimentos.
A participação no evento da ABRASCO configura-se, assim, como um novo espaço-tempo de encontro com novos interlocutores, expandindo os diálogos entre a Musicoterapia e a Saúde Coletiva.


Trabalho no 3437

DIZ AI ! VAMOS CONVERSAR... ESCUTANDO VULNERABILIDADES AO USO DE DROGAS ATRAVÉS DE JINGLES PREVENTIVOS.

AUTORES:
Nascimento, Sandra Rocha do. (docente. EMAC/UFG. srochakanda@gmail.com)
Pellizzari, Patricia C. (docente. Universidad del Salvador/ ICCMUS/Argentina. patripellizzari@yahoo.com.ar)
Valentin, Fernanda. (docente. EMAC/UFG. mtfernandavalentin@gmail.com)
Barros, Rafael Mendonça. (Musicoterapeuta. Autônomo. rafaelcs_1@hotmail.com)
Marques, Junia Danielle. (Musicoterapeuta. Autônomo. mtjuniamarques@gmail.com)
Paula, Karylla Amandla de Assis. (Musicoterapeuta. Autônomo. karyllaamandlamt@gmail.com)
Caixeta, Camila Cardoso. (docente. FEN/UFG. camilaccaixeta@uol.com.br)

PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
Mês de agosto de 2014, no campus universitário da Universidade Federal de Goiás, Goiânia-Goiás.
OBJETO DA EXPERIÊNCIA
A experiência foi realizada junto a comunidade universitária, entre discentes, docentes, técnicos administrativos e comunidade circunvizinha da UFG.
OBJETIVOS
A experiência musicoterapêutica –Jingle Preventivo Itinerante- teve como objetivo mobilizar a comunidade universitária para refletir, expressar­se e discutir sobre o espaço comunitário e o uso de drogas, pensando em como promover uma universidade saudável e com qualidade de vida para todos.
METODOLOGIA:
A atividade integrou a ação extensionista DIZ AI! VAMOS CONVERSAR SOBRE O BOSQUE?. O Jingle Preventivo Itinerante foi executado por três equipes de musicoterapeutas, que circularam pelos espaços do campus da universidade com instrumentos musicais e a canção, convocando as pessoas à participação através do canto, do tocar, dialogar sobre o tema e se expressarem em painéis ou urnas dispostas pelo campus.O jingle também foi veiculado por meio de carro de som que circulava pelos espaços.
RESULTADOS
No inicio, os contatos das pessoas se mostraram com pouca espontaneidade e olhares distantes de curiosidade. Com abordagem direta dos musicoterapeutas, aumentou a adesão para a escuta do jingle, tocar nos instrumentos e expressar ideias em grupo, culminando com maior registro nas urnas ou nos painéis. Junto aos universitários usuários, verificamos permitirem a aproximação, deixarem de fazer uso de drogas (maconha) no momento de interagir e aderem na atividade se expressando sem resistências.
ANÁLISE CRÍTICA
Partindo da premissa que "cada persona precisa expresarse y ser escuchada" (PELLIZZARI, 2011, p. 49), compreendemos que o jingle preventivo possibilitou a diluição de resistências interpessoais, permitindo o contato com o diferente (pessoas, canção, instrumentos), favorecendo aproximações, trocas de olhares, sorrisos, diálogos, informações, e ampliando a motivação para a expressão. Consideramos que todas as formas de "reação" ao jingle falam da subjetividade dos sujeitos.
CONCLUSÕES E/OU RECOMENDAÇÕES
A ação mobilizou reflexões por meio de uma forma criativa e acolhedora da diversidade de significados, em oposição as formas questionadoras, proibicionistas, abstratas ou absolutas sobre o tema do uso de drogas. O jingle despertou a atenção das pessoas para a ação DIZ AI!, convocando­-as intra e interrelacionamente à expressão e avançando para uma autonomia menos individualista e mais relacional e co­responsabilização entre todos.

----


Trabalho no 3609

A MUSICOTERAPIA DIMINUINDO FRONTEIRAS ENTRE PESSOAS, LINGUAS, CULTURAS, SENTIMENTOS NO ACOLHIMENTO INTEGRATIVO NA UFG.

AUTORES:
Nascimento, Sandra Rocha do. (docente. EMAC/UFG. srochakanda@gmail.com)
Morais, José Gomes de. (graduando. EMAC/UFG. jogofefamojkl@hotmail.com)

PERÍODO DE REALIZAÇÃO
Ação da Coordenadoria de Assuntos Internacionais, em 03/março/2015, na Faculdade de Letras/UFG.
OBJETO DA EXPERIÊNCIA
Estudantes intercambistas de outros países, pelos Programa Ciência Sem Fronteiras e Graduação Sanduiche, e membros da CAI e da Reitoria da UFG.
OBJETIVOS
Traçamos como objetivo favorecer um espaço-tempo de acolhimento e mobilização de sentimentos de pertencimento, colaboração e responsabilidade relacional nos participantes. Ampliar a compreensão e percepção das pessoas para a mensagem de união entre as pessoas e respeito a diversidade cultural.
METODOLOGIA
Convidados para uma atividade de acolhimento integrativo, os musicoterapeutas utilizaram a experiência de re-criação musical, com letra adaptada (parodia) de um trecho adaptado da canção "Comunhão da Terra"(Marcia Sirqueira), um instrumento musical regional (acordeon) e um tambor xamânico. Enfocou a  atitude de união como habilidade para viver saudavelmente, em que no final do refrão da canção adaptada cada intercambista falasse seu nome e seu lugar de origem.
RESULTADOS
A ação estimulou a interação das pessoas, fazendo-os ouvir a canção e trazerem suas vozes, movimentando-se interna e externamente, possibilitando que todos ampliassem suas expressões. Favoreceu que se percebessem presentes, fazendo parte de um coletivo, uma comunidade e se sentindo confiantes. Nos feedbacks ouvimos:“Realmente não só quebrou o gelo, como também mostrou a riqueza do Brasil, de nossa bela informalidade e arte, capaz de curar todas as dores, até mesmo a dor da saudade do viajante”.
ANÁLISE CRÍTICA
Sustentamo-nos na perspectiva posta por Pellizzari e musicoterapeutas colaboradores da ICCMUS/Argentina, afirmando que "cada persona precisa expresarse y ser escuchada" (PELLIZZARI, 2011, p. 49). Para Bert Helling, PERTENCER é a primeira necessidade de todo Ser Humano, é a primeira 'Ordem do Amor'. Sentirmo-nos pertencendo configura-se como um fator curador e mantenedor da saúde biopsicosocioafetiva, diluindo conflitos interpessoais e emaranhamentos intrapessoais. 
CONCLUSÕES E/OU RECOMENDAÇÕES
Acolhendo de forma significativa as pessoas estrangeiras, para que sintam pertencendo ao contexto, aproxima-as qualitativamente das pessoas e costumes diferentes. PERTENCER através de uma experiência criativa como a música (mesmo com ritmos, melodias, harmonias, instrumentos e gestos não conhecidos), agrega uma diferença positiva aos encontros, ampliando a subjetividade e o potencial criativo à resolução de problemas de todos os envolvidos.

-----

UMA EXPERIÊNCIA DE HUMANIZAÇÃO EM SAÚDE NA FORMAÇÃO INTEGRALIZADA DO PROFISSIONAL


AUTORES:
Silveira, Nusa de Almeida. (docente vinculada ao ICB/UFG e ao Programa de Mestrado em Saúde Coletiva. nusa@ufg.br)
Nascimento, Sandra Rocha do. (docente vinculada a EMAC/UFG. srochakanda@gmail.com)

PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
meses de novembro e dezembro de 2013, na Universidade Federal de Goiás, Goiânia-GO.
OBJETO DA EXPERIÊNCIA
A experiência contou com alunos da 4ª turma do Programa de Mestrado Profissional em Saúde Coletiva/NESC/UFG e duas professoras doutoras.
OBJETIVOS
A disciplina objetivou capacitar os alunos à percepção da integralidade das dimensões intra e interpessoais constitutivas dos sujeitos e compreender a perspectiva integral e sistêmica no cuidado ao outro, em saúde, e proporcionar experiências musicoterapêuticas de autoconhecimento.
METODOLOGIA:
As aulas iniciavam com experiências musicoterapêuticas para acolhimento e mobilização dos alunos, seguidas da reflexão dialogada dos conteúdos e feedbacks autoperceptivos. Para a avaliação utilizou-se de seminários sobre os temas e textos dados: Humanização da gestão e atenção em saúde; A escuta sensível na atenção e cuidado em saúde; Autopercepção e percepção do outro; Perspectiva integradora e sistêmica em Educação e Saúde; Espiritualidade como instrumento de Humanização do trabalho em Saúde.
RESULTADOS
As expressões dos alunos no início centravam-se em relatos de dificuldades e problemas, suscitando atitudes de inibição do diálogo, exclusão do diferente ou fuga de situações de conflito. Com o seguimento das atividades, a percepção e reflexão direcionada ao outro e a si mesmo ampliaram, gerando abertura para trocas e indagações sobre mudanças. Nos seminários, muitos discursos apresentaram a noção da co-autoria de resoluções de conflito priorizando a reflexão dialogada entre opiniões distintas.
ANÁLISE CRÍTICA
Verificamos que os alunos ampliaram suas auto-reflexões sobre o campo da saúde, numa interlocução entre os textos, suas experiências pessoais em aula e nos campos profissionais, desenvolvendo a capacidade de “saber pensar”(DEMO, 2011), na qual a reflexão sobre as próprias ações é condição primeira para indagar novas compreensões sobre o já conhecido, fazendo emergir o “saber cuidar”(op.cit.), que traz a noção de conviver junto com e tornar-se parte da realidade em que nos encontramos inseridos.
CONCLUSÕES E/OU RECOMENDAÇÕES

A experiência evidenciou a importância de centrar-se na perspectiva de integração intra e interpessoais, colocando os sujeitos para se perceberem como Seres Históricos construtores de ações transformadoras, como bem expresso no discurso de uma aluna: “é um momento essencialmente nosso, onde temos a chance de refletirmos sobre os nossos comportamentos, o que eles provocam e que conhecimentos estamos adquirindo, armazenando e trocando com as pessoas”.



quinta-feira, 2 de abril de 2015

AÇÃO EXTENSIONISTA "PROJETO VIDA ATIVA".


Atividade do Laboratório Interdisciplinar de Educação em Saúde Comunitária (LABORINTER_EDUCARSAUDE.COM), desenvolvida pelos alunos da Universidade Federal de Goiás dos cursos de Musicoterapia, Artes Cênicas e Odontologia, junto ao grupo VIDA ATIVA, mulheres da terceira idade moradoras do Setor Chácaras São Pedro e proximidades, do municipio de Aparecida de Goiânia-Go.
O grupo existe desde abril de 2003, com o nome Grupo Vida Ativa, fundado pela Dona Marrinha, assistente social aposentada e ex funcionária das atividades sociais da antiga Fábrica Mabel e mãe da Profa. Sandra Rocha.
A partir de 2013, a Prof Sandra Rocha iniciou com atividades mensais levando alunos dos cursos de Musicoterapia, Pedagogia, Nutrição e Odontologia. Neste ano, o grupo integra as ações do LABORINTER_EDUCARSAUDE.COM, com financiamento do Edital PROEXT 2015/2016/MEC/SESu.

A atividade do ultimo dia 27 de março/2015, trabalhou o tema O QUE TE FAZ FELIZ?, tendo como objetivos: Fortalecimento intra e interpessoal das mulheres do grupo; Retomar as atividades do projeto Vida Ativa; Levar a uma reflexão sobre a auto­estima da mulher; Levar a uma reflexão sobre a importância do sorriso e o que as impedem de sorrir; Ressaltar as fortalezas pessoais e grupais.
                         
      Como feedbacks das participantes, ouvimos:
"Eu fiquei muito feliz porque encontrei todas as minhas amigas, parece que estou num paraiso e que nem tenho casa para me preocupar" (Sra. Maria Pião, dona de casa e funcionária doméstica).
"Participar de grupo nos fortalece"(Sra Mariinha, fundadora do grupo, assistente social aposentada).
"Eu acho muito bom, fico muito feliz. Uma alegria pra gente, ensinando a gente a viver mais e melhor. E outra coisa, ficar dentro de casa só fica pensando em problema e vai durmir. Então, no grupo, aqui, é bom demais!"(Sra Maria Silva, dona de casa e artesã).
 "Eu achei muito interessante, por que aqui faz a diferença, e é muito importante"(Sr Luzimar, motorista da van da UFG que levou a equipe...ele também participou!!!).
"Estar aqui foi muito gratificante porque desde que entrei na faculdade de Odontologia nunca tive uma experiência como tal e sempre busquei. Vim por que uma colega que já havia participado me falou do grupo e do projeto de extensão. Com isso vim trazendo mais gente. Essa experiência aqui, para mim, me faz motivar a ser o profissional que eu quero ser" (Lucas, Acadêmico de Odontologia).








As bases conceituais para as ações de educação em saúde, como "disciplina em ação", sustentam-se na premissa de que "o trabalho será dirigido para atuar sobre o conhecimento das pessoas, para que elas desenvolvam juízo crítico e capacidade de intervenção sobre suas vidas e sobre o ambiente com o qual interagem e, assim, criarem condições para se apropriarem de sua própria existência"( LEVY et all, MS/Brasil).

Para Rasera e Japur (2007), "descrições sobre pessoas existem e se constroem nos relacionamentos conforme as múltiplas relações"(p. 104). Os autores sustentam que "o grupo terapêutico possibilita uma intensificação e focalização do processo de produção de sentidos, fomentando a construção de outras descrições de si dos participantes" (op.cit., p. 98-9).

Com as atividades no Grupo Vida Ativa, é possivel verificarmos novas narrativas verbais, relacionais e de perspectivas nos participantes, tendo como ponto em comum darem-se tempo para viverem e serem felizes. Junto aos alunos da UFG, verificamos que estamos alinhados com as diretrizes de ação de Programas de Educação em Saúde/MS.

Com tanta oportunidade de ação qualificada, só nos resta sermos gratos.
Grata a todas pela oportunidade!!!!!
Grata aos acadêmicos pela parceria!!!!

quarta-feira, 18 de março de 2015

DISPOSITIVOS TÉCNICO EXPRESSIVOS UTILIZADOS NO PROGRAMA EMAC-06/ ano 2014

       Nas ações psicossociais de educação em saúde, do Programa de Extensão EMAC -06,  consideramos que qualquer ação ou recurso planejado pela equipe executora tem como premissa básica proporcionar a reflexão dos participantes sobre suas condições de saúde, ampliando a compreensão sobre as escolhas realizadas proporcionando a busca por mudanças em suas realidades sociais.
       Pellizzari e Rodríguez (2005), sustentam que com dispositivos apropriados podemos detectar indicadores de risco psicossocial, realizar avaliação e abordagens frente a problemáticas de vulnerabilidade.
       Segundo Pellizzari e Rodríguez (2005), musicoterapeutas argentinos, “la expresión de sentimentos y aun de aspectos de maior complejidad cognitiva son más factibles de ser comunicados por las personas a través de linguajes y recursos “no verbales” como la música, que por médio de la palavra” (p. 201).  Para os autores, a utilização destes recursos expressivos, como a música, trazem muitos benefícios, potencializando os mecanismos de enfrentamento e criatividade em situações de desamparo e instabilidade emocional, quer seja pessoal, familiar ou social.  Para os autores, “los discursos sonoros de las personas poseen los rasgos de su propia organización cognitiva, emocional y social” (op.cit, p. 201).  Como dispositivos técnico expressivos em Musicoterapia, os autores citam: improvisação sonora, canto grupal, sonodramatização, técnicas receptivas e jingle preventivo. 
        
        Consideramos o objetivo posto pelos autores para os dispositivos técnico-expressivos, qual seja, “pensar en dispositivos sonoros, en el campo de la prevención y la promoción de la salud, es pensar una metodologia específica de intervencíon que, diferenciándose del dispositivo clínico, tiene por objetivo desarrollar em una población beneficiaria específica, la capacidade de interrogarse, de reflexionar y de tomar consciência en los temas concernentes a su salud y calidade de vida”(PELLIZZARI e RODRIGUÉZ, 2005, p.204).


        Desta forma, verificamos que muitos recursos utilizados pelos monitores dos projetos de extensão em 2014 podem ser considerados como Dispositivos Técnico Expressivos, tendo o  mesmo objetivo citado, ou seja,  de mobilizar os sujeitos à expressão e ampliação da capacidade reflexiva sobre si mesmos e seus contextos de vivência, tendo como alvo ativar os núcleos salutogênicos, proporcionando a conscientização e elaboração de recursos pessoais ao enfrentamento de conflitos e valorando a expressão comunitária e coletiva de seus pares.


        Os materiais ou recursos produzidos para difusão de tecnologias desenvolvidas nos projetos de extensão constaram de: artigos e resumos submetidos e apresentados em eventos científicos; foolders, manuais e painéis educativos; oficinas musicoterapêuticas; jingles preventivos musicoterapêuticos; tecnologias leves de acolhimento; entre outros.
Nas ações extensionistas, a movimentação das subjetividades dos sujeitos ocorre de forma lúdica, interativa, criativa e permeada por trocas entre as pessoas. 
        Todos foram elaborados pelos membros das equipes executoras.
         A seguir apresentamos alguns deles.

- DISPOSITIVOS TÉCNICO EXPRESSIVOS:

-  painéis e foolders  de educação alimentar,  elaborados pela área de Nutrição, sendo entregues aos participantes nos campos/escolas; 
FOOLDERS E PAINEIS EDUCATIVOS - NUTRIÇÃO

-   jingles preventivos temáticos, elaborados pela área de Musicoterapia, utilizados quando de ações em campos específicos; 
JINGLE PREVENTIVO - tema Dengue - campo: educação infantil
JINGLE PREVENTIVO - tema Familia  - campo: educação infantil
JINGLE PREVENTIVO- tema Acordar Tranquilo  - campo: educação infantil
JINGLE PREVENTIDO - tema Bosque e Drogas - campos: comunidade universitária

- jogos interativos e materiais educativos relacionados a temáticas da saúde, elaborados pela  área de Pedagogia e Biologia e com a participação interdisciplinar da Musicoterapia. 



Jogo: JOGO SAÚDE EM AÇÃO
TEMA: CUIDANDO  DO  NOSSO  AUTOCUIDADO.
Objetivo Geral: Proporcionar a reflexão sobre atitudes de autocuidado e de colaboração mutua ao cuidado consigo e com o outro. Objetivos específicos: Criar vínculo com alunos e professores da escola; Desenvolver habilidades de escuta; Estimular a conscientização dos educandos sobre atitudes de auto-cuidado; Promover atitudes de companheirismo e cooperação; Desenvolver habilidades de escuta;  Objetivo do Jogo: Fazer o peão de sua equipe chegar ao final do trajeto do tabuleiro. Para andar uma casa é necessário adivinhar o que quer dizer a mímica do seu parceiro.Conteúdo do jogo: 1 tabuleiro ; 1 dado; 4 peões; (N) cartas; Numero de participantes: 12 a 60 jogadores, divididos em 2 a 4 equipes.

Objetivo Geral: Promover uma conscientização intra e interrelacional com enfoque no binômio mãe e filho/filha na perspectiva  multi e interdisciplinar.  Objetivos Específicos: 1. Promover uma ação educativa junto às participantes do grupo de gestantes da UABSF do setor São Judas Tadeu. 2. Executar a ação através da mediação de uma equipe interdisciplinar e veiculação de diferentes abordagens em torno do processo gestacional e pós-gestacional do binômio mãe-filho. 3. Estruturar estratégias e recursos para desenvolver as atividades enfocando o binômio mãe e filho/filha. 4. Agregar as informações vivenciadas e aprendidas (dimensões do pensamento do sentimento e da ação) através da experiência sonoro musical. 5. Veicular informações corretas sobre aleitamento materno, esclarecendo mitos e verdades sobre o assunto. 6. Explicar a técnica correta para a pega da mama materna pelo bebê. Atividades: Dramatização, discussão sobre os asuntos abordados, Reflexão, canções para apresentação, Ensino expositivo da Xantala, da pega do aleitamento e da alimentação saudável, alongamento na acolhida e final das oficinas. Momento de feedback: (técnica do soliloquio).



- TECNOLOGIAS LEVES: Ainda consideramos a utilização dos momentos de diálogo, quando de atividades de escuta ativa junto aos sujeitos dos campos sobre o que pensam, como resolvem seus conflitos, como "tecnologias leves", objetivando acolher suas expressões verbais.
            


  
grupo de púrberes do ensino fundamental

 grupo de adolescentes do ensino fundamental

 grupo de crianças da educação infantil

 grupo de idosas

 grupo de gestantes

  grupo de educadores em formação


O trabalho educativo em grupos consiste numa valiosa alternativa para se buscar a promoção da saúde que permite o aprofundamento de discussões e a ampliação de conhecimentos, de modo que as pessoas superem suas dificuldades e obtenham maior autonomia, melhores condições de saúde e  qualidade de vida. (Silva, 2003 apud Santos e Lima, 2008)
Neste contexto, a Tecnologias Educativas em saúde (TESs) são ferramentas importantes para o desempenho do trabalho educativo e do processo de cuidar. A TES integra o grupo das tecnologias leves, denominadas tecnologias de relações, como acolhimento, vínculo, automação, responsabilização e gestão como forma de governar processos de trabalho. (Merhy, 2002 apud Santos e Lima, 2008).
As tecnologias leves, em saúde, então referem-se as atitudes de escuta ativa, acolhimento, orientação, que humanizam as relações entre o profissional de saúde e os sujeitos usuários.


- Dentre as tecnologias divulgadas, ainda temos as MATRIZES DE AVALIAÇÃO DAS AÇÕES (PELLIZZARI, 2011) e a MATRIZ DE FAMILIARIZAÇÃO INSTITUCIONAL (PELLIZZARI, 2014). 
Estas matrizes, referem-se a dispositivos de avaliação inicial e/ou permanente sobre as intervenções realizadas em campos sociais e comunitários. "La matriz es un sistema similar a aquel que utilizan los científicos en el proceso de investigación para leer los datos recolectados (matrices de datos). Así también los profisionales podemos evaluar el trabajo a través de este sistema, utilizando registros periódicos internos para el monitoreo y diagramación de actividades, como para sintetizar cualquiera de las etapas mencionadas o encarar futuras investigaciones producto de temas específicos surgidos en el proceso ya evaluado" (PELLIZZARI, 2011, p.176). 
          Os monitores foram capacitados na construção e utilização de matrizes de avaliação. As matrizes foram utilizadas em todas as ações dos projetos ICB-115 e EMAC-162, com etapas de preenchimento no momento de planejamento e pós-intervenção.
Para visualizar uma Matriz de Avaliação de Ação preenchida pela equipe no momento denominado Reflexão Pós-Intervenção, veja  MATRIZ DE AVALIAÇÃO DE AÇÃO - grupo gestante   e um modelo da MODELO DE MATRIZ DE FAMILIARIZAÇÃO INSTITUCIONAL



-  Local de execução: Igreja da Família (Evento com gestantes pacientes na UBASF São Judas Tadeu); DATA(S): 27/06/14 . MEMBROS DA EQUIPE PRESENTES: Professora Nusa, Hellen, Bruna Carneiro, Alline, Diego, Poliana, Pollyane, Nágila, Bruna Alves, Ana Carolina, Grace, Viviane, Letícia, Luana.