quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Tese de Doutorado da Prof. Dra Sandra Rocha do Nascimento

Informamos o novo linck para acesso a Tese de Doutorado da Profa Dra Sandra Rocha do Nascimento: 
http://www.fe.ufg.br/uploads/6/original_TeseSandraRocha%281%29.pdf

Titulo:


RESUMO





Dra Sandra Rocha do Nascimento
Musicoterapeuta. Doutora em Educação
Professora do Curso de Musicoterapia-EMAC/UFG
srochakanda@gmail.com
(62) 81865023
Skype: sandra.rocha.do.nascimento

quarta-feira, 5 de junho de 2013

FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO AO USO DE CRACK E OUTRAS DROGAS NO CONTEXTO ESCOLAR: A MULTIPLICIDADE  RELACIONAL
 
Fernanda Valentin; Marcus Vinicius de Sousa Medeiros; Rafael Mendonça Barros; Eliamar Aparecida de Barros Fleury Ferreira; Prof Dra. Sandra Rocha do Nascimento (Orientadora)- srochakanda@gmail.com
Escola de Música e Artes Cênicas - UFG
Financiado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas – SENAD


RESUMO
Este trabalho surgiu a partir do grupo de estudo do projeto de extensão A Musicoterapia em grupos multifamiliares no contexto escolar: um espaço-tempo de prevenção primária ao uso de crack e outras drogas (EMAC 269), financiado pela SENAD/MJ. Através de ações de levantamento bibliográfico, sistematizaram-se sínteses teóricas e discussões sobre os fatores de risco que levam ao uso de crack e outras drogas por educandos e os fatores de proteção intra e inter-relacionais que favorecem ações de prevenção primária e secundária sobre drogas, minimizando o uso e as situações de vulnerabilidade. Como resultados, verificou-se que a causalidade ao uso de crack e outras drogas por escolares é multifatorial e multidimensional, sendo verificados fatores de risco relacionados ao contexto familiar, escolar, cultural social e econômico e mesmo biofisiológico. Conclui-se que à compreensão do uso de crack e outras drogas se faz necessário considerar a multidimensionalidade do sujeito, os educandos, e não incidir em somente um fator o inicio e/ou a continuidade pelo uso de substâncias psicoativas por alunos. Analisando os fatores internos do adolescente que podem facilitar o uso de crack e outras drogas, encontra-se sintomas depressivos, crises de angústia, que em muitos casos fazem parte da adolescência, acrescentando também a insatisfação e a não-realização em suas atividades e a insegurança. Considerar a Musicoterapia como terapêutica dentro do espaço escolar é proporcionar a ampliação dos fatores de proteção que minimizam as vulnerabilidades intrarelacionais que fragilizam os educandos levando-os ao uso de drogas, acolhendo as diversas expressões verbais e não-verbais dos sujeitos.

Palavras-chave: Musicoterapia; Uso de crack e outras drogas; Contexto escolar;


quinta-feira, 4 de abril de 2013

EXECUÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO NA ÁREA DA MUSICOTERAPIA NA EDUCAÇÃO

Compartilhamos, com alegria, sobre os andamentos dos projetos de extensão direcionados à área da educação. No corrente ano, 2013, estamos com a execução de diversos projetos de extensão com a atuação da Musicoterapia direcionada ao campo da Educação:
       O projeto de extensão denominado "Construindo diálogos interdisciplinares entre Universidade-Comunidade-Escola-Agentes de Saúde: ampliando a formação de multiplicadores da Promoção da Saúde do Escolar" (CADASTRO NA PROEC/UFG: ICB 115), a musicoterapia tem com parceria interdisciplinar as áreas da saúde como Nutrição e Biologia, atuando dentro de escolas com temáticas postas pelo Programa da Saúde do escolar (PSE/MEC), dentre elas alimentação saudável, cuidados com a saúde, dengue, entre outros temas. A musicoterapia traz experiências musicais, como jingles relacionados aos temas, favorecendo maior adesão dos alunos das escolas nas atividades propostas pelo projeto. Abre a escuta dos alunos, de forma qualificada, para que assimilem melhor e de forma diferenciada as informações sobre a saúde, favorecendo escolhas mais saudáveis. Junto a este projeto de extensão, executamos o projeto EMAC 162 (PROEC/UFG), denominado "A mediação da Musicoterapia na Trans-Formação da comunidade escolar rumo a Ecoformação", atuando junto aos educadores das escolas com reflexões sobre a saúde intra e interrelacional, mediadas pelas experiências musicoterapêuticas.
     Junto a estes, o projeto de extensão " LABORATÓRIO CLÍNICO DE MUSICOTERAPIA" (CADASTRO NA PROEC/UFG: EMAC 204), complementa as ações de promoção da saúde oferecendo atendimentos musicoterapêuticos a alunos e professores identificados com demandas especificas junto aos demais projetos de extensão.
       O projeto de extensão denominado "A MUSICOTERAPIA EM GRUPOS MULTIFAMILIARES NO CONTEXTO ESCOLAR: UM ESPAÇO-TEMPO DE PREVENÇÃO PRIMÁRIA AO USO DE CRACK E OUTRAS DROGAS" (CADASTRO NA PROEC/UFG: EMAC 209), financiado pela SENAD (Secretaria Nacional de Combate as Drogas/MJ), capacitou profissionais musicoterapeutas atuantes em escolas e alunos do curso de Musicoterapia- EMAC/UFG, na temática sobre o uso e prevenção de drogas por escolares, na compreensão sistêmica sobre familia e escola, bem como sobre a metodologia de Grupos Multifamiliares.
       O terceiro projeto de extensão, denominado "Educação e Cultura de Paz: espaços e tempos mediados pela Musicoterapia" (CADASTRO NA PROEC/UFG: EMAC 190), com financiamento do PROEXT/MEC-Brasil, traz um curso de formação continuada a educadores em exercicio, com o objetivo de auxiliá-los ao desenvolvimento de habilidades intra e interrelacionais ao enfrentamento da violência escolar e geração co-participativa de uma educação e cultura de paz dentro dos espaços escolares.

  
           A partir de 2014, implementaremos o programa denominado "Laboratório de ações interdisciplinares psicossociais de Educação em Saúde: escutando e promovendo experiências para a saúde integral da comunidade escolar" (CADASTRO NA PROEC/UFG: EMAC 6), que congregue estes diversos projetos de extensão numa perspectiva interdisciplinar e sistêmica,  favorecendo ações e intervenções psicossociais de promoção e educação em saúde em espaços escolares e educadionais. O programa configura-se como uma rede de atenção interdisciplinar e interinstitucional de Educação em Saúde.Pretendemos, como objetivo geral, implementar um lócus de estruturação, aplicação e sistematização de intervenções psicossociais e interdisciplinares de educação em saúde em espaços sociais e comunitários, prioritariamente os contextos escolares. Como objetivos específicos, temos: treinar equipes interdisciplinares; elaborar protocolos de coleta de dados; desenvolver estratégias de coleta e análise de dados, com uso de softwares; sistematizar e socializar as ações desenvolvidas, através de um Banco de Dados virtual.Congregaremos as diversas ações desenvolvidas pelos projetos de extensão envolvidos no programa possibilitando visualizar os sujeitos beneficiados, suas demandas iniciais, as ações interdisciplinares e recursos utilizados, bem como os resultados alcançados.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

NOVAS CONQUISTAS DA MUSICOTERAPIA NA EDUCAÇÃO :

A Musicoterapia, em Goiânia, avança  em mais uma conquista junto ao campo da Educação!
O projeto de pesquisa intitulado A MEDIAÇÃO DA MUSICOTERAPIA NA PREVENÇÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA AO USO DE DROGAS  POR ESCOLARES, proposto pela Profª Drª Sandra Rocha do Nascimento (UDF), foi contemplado na Chamada Pública nº 006/2012, promovida pela FAPEG com o fomento a Pesquisa Científica para Enfrentamento das Drogas Ilícitas e do Álcool no Estado de Goiás.
   Na proposta submetida e aprovada pela FAPEG, tem-se como obejtivo avaliar o uso da musicoterapia, em situação escolar, como instrumento de identificação de fatores de risco ao uso de drogas e na prevenção primária e secundária junto a escolares.
   A equipe executora, composta de profissionais de diversas área do conhecimento (Musicoterapia, Pedagogia, Educação Musical, Nutrição, Enfermagem, Psicologia, Terapia Sistêmica) e acadêmicos do Curso de Musicoterapia, conta com a valoroza participação da Profª Drª Patricia Pellizzari e Lic. Flavia Kinigsberg  (da ICMUS-AR) à capacitação dos profissionais e acadêmicos da área de Musicoterapia na proposta da Musicoterapia Preventiva Psicosocial.
Compartilhamos, com alegria, esta consquista.
Prof. Sandra Rocha